unjob



Sábado, Julho 28, 2007


Educação Ambiental
Viva Terra! Viva!
O número 7 é cercado de misticismo. É conhecido como o número da perfeição, a religião cristã prega o feito da Terra por Deus em sete dias, sete também são os números de buracos na cabeça e por ai vai.
Qual a importância então da data 07/07/2007?
Deixando todas as crenças e superstições de lado, esta foi a data escolhida para a realização do primeiro Live Earth – Shows contra o Aquecimento Global, evento idealizado pelo ex-candidato a presidência dos EUA Al Gore e que aconteceu simultaneamente nos quatro cantos do mundo.
Al Gore tornou-se a personalidade mais conhecida quando o assunto é o combate ao aquecimento global devido as palestras que realiza a muitos anos sobre o tema e que teve seu ápice este ano, quando seu filme “Uma Verdade Inconveniente” foi premiado com o Oscar de melhor documentário e fez com que o assunto fosse destaque em todas as mídias do mundo.
Os shows do Live Earth aconteceram no Reino Unido, África do Sul, EUA, Japão, China, Alemanha, Austrália e Brasil e contou com nomes de peso da música mundial como Madonna, Foo Fighters, Roger Waters, Black Eyed Peas, Red Hot Chili Peppers, Shakira e muitos outros.
A idéia principal do evento foi chamar a atenção de todo o planeta para as questões ambientais.
Mais do que isso, usou-se apenas formas alternativas de energia para realizar o festival, fazendo dele o precursor duma tendência que a cada dia torna-se uma unanimidade – tornar possível grandes eventos sem causar danos ao meio ambiente.
A praia de Copacabana recebeu cerca de 400 mil pessoas, que se divertiram ao som de Lenny Kravitz, Xuxa, O Rappa, Jota Quest, etc.
Se os artistas deram o exemplo em cima do palco, nas areias a platéia deu um show de civilidade e conscientização, já que nenhuma ocorrência grave foi registrada.
Todos os palcos tinham telões, onde filmes e documentários sobre o tema eram exibidos nos intervalos das apresentações.
Foi um evento único, e fica a torcida para que seja o primeiro de muitos outros, já que o assunto deve ser constantemente debatido e estar sempre em nossas mentes, para cultivarmos o respeito pela natureza e poder admirar tanto a beleza das artes feitas pelos homens quanto as criadas por ela.
Já que presenciamos tantas boas ações, que tal fazermos de nós mesmos exemplos de cidadãos conscientes?

João Paulo é estudante do primeiro ano em Gestão Ambiental na Uniso em Sorocaba e escreve quinzenalmente a coluna Educação Ambiental para o JAR.
EgG - 4:26 PM

diz aí:

Sábado, Julho 21, 2007


A falta de atenção

Já reparou como temos pressa? Pressa pra sair, pra chegar, pra alcançar, pra almoçar?
Se tivéssemos o poder do teletransporte, iríamos daqui alí num piscar de olhos, o que nos pouparia a perda de tempo que é o trajeto entre o ponto de saída e a chegada.
Não admira-se mais as coisas ao redor, seja lá o que forem. O caminho entre o ponto A e o B é um bônus descartável, um mal necessário mas, se nos fosse possível, aboliríamos.
Semanas atrás, o Ipê roxo em frente à igreja da praça Cel Fernando Prestes floriu, e foi impossível ficar imune. Sentado nos degraus da igreja, observava o espetáculo, que foi realmente surreal. Era inverno, o lugar é repleto de prostitutas, pseudo-malucos que gritam com bíblias debaixo do braço, mendigos, bêbados e febris.
Mas alí, por alguma razão, muitas pessoas conseguiram distrair-se da correria e preocupações do seu dia e sentiram-se, de alguma (outra) forma, vivas. É a natureza que, mesmo maltratada, insiste em nos lembrar que somos mais do que aquilo que nos tornamos.
Crianças brincavam com as flores que caiam ao chão num lindo e suave balé, pessoas paravam e procuravam o melhor ângulo para fotografar, pássaros a rondavam, numa manifestação intensa e teatral da vida. A vida, em seu estado mais puro. E só.
Antes do acidente com o avião da TAM, todos tinham pressa. Manchetes nos jornais diziam com frequência:
"Passageiros esperam até 300 horas em aeroportos brasileiros" ou então "Fulano não chegou a tempo para a gravação do Programa do Jô por conta do atraso do vôo".
Era assunto nacional, ganhou o jargão "apagão" e todo mundo tinha uma pressa danada!
As passagens eram disputadas a tapa, pessoas usavam de sua influência para se beneficiar dos demais e conseguir a tão disputada vaga no avião. Uma vez sentado confortavelmente em sua poltrona, o caos no aeroporto agora era uma coisa distante, algo que logo sumirá da memória.
O caos se instaurou, todo dia pessoas perdiam, adiavam compromissos. Deixavam de fechar negócios, visitar parentes, estar na companhia de quem se ama, e - o melhor de tudo – é que a culpa era do governo.
Os pilotos, aeromoças, comandantes de vôos, todos cobrados, estressados, correndo contra o tempo para dar conta da demanda, e fazer sumir de uma vez por todas a imagem maculada e a carniça que tornaram-se, atraindo os urubus da mídia e pessoas que adoram um assunto onde pode-se culpar os outros e o país pela própria condição miserável.
A pressa, como dizem, é inimiga da perfeição.
Agora a discussão é uma só: De quem é a culpa? Da Tam? da pista? da Daiane? dos Santos? do Lula?
Quando se está no topo da montanha, o único caminho é ladeira abaixo.
Vivemos no limite do absurdo o tempo todo e não nos damos conta.
Deus salve a ignorância humana!
Está na hora de botarmos a mão na consciência e refletir onde vamos chegar se continuarmos nesse ritmo frenético e decadente.
Onde vamos parar? Será que quando chegar a hora, vamos conseguir pisar no freio a tempo?
Ou será que vamos passar direto pela pista de pouso, colidir, incendiar e explodir?
Já sabemos que é assim o fim das histórias tristes.

unjob se solidariza, de luto pelas vítimas da hipocrisia e pressa do mundo.
EgG - 3:54 PM

diz aí:

Segunda-feira, Julho 16, 2007


Esclarecimentos Necessários
Havia dito no comentário do post abaixo que as notas mostradas na figura não eram minhas, eram "dele" e que "eu sou a morsa".
Não fui levado a sério (ou talvez o contrário) e o raciocínio foi criado acompanhando uma linha lógica e mundana, sem transcender o óbvio de nossos calejados olhos.
Me recusei também a explicar a xiste contida alí.
Acontece que este post acabou tomando proporções maiores, transbordando as fronteiras do unjob e causando a reflexão e auto-análise em outros.
Diante da incompreensão, não me resta outra alternativa a não ser expor aqui minhas verdadeiras notas, para esclarecer todo e qualquer mal entendido.
Principalmente para desdizer o que foi dito neste post aqui.
Afinal, quem quer uma fama destas?
Eu é que não.

Agora, sobre a piada, no more coments. Mas quem acertar primeiro ganha um beijo.
EgG - 6:29 PM

diz aí:

Quarta-feira, Julho 11, 2007


Orgulho da mamãe

EgG - 7:46 PM

diz aí:

Terça-feira, Julho 03, 2007


Poesia interativa
A minha mão está congelando
talvez querendo impedir que escreva.
Mas tú és parte de mim, infeliz,
obedeça!
E agora é a caneta quem protesta,
sua tinta começa a
sumir
Ao seu lado, escrito o nome e o
número do candidato.
Já não presta,
não funciona,
não faz parte de mim...
Fim.
PS: Quem saberia o nome desta poesia?

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