Pesquisadores encontram bromélia considerada extinta no Rodoanel
O último registro de ocorrência da planta é de 1938.
Ela foi encontrada em uma das áreas de obras do trecho Sul da rodovia.
Uma equipe de pesquisadores do Instituto de Botânica encontrou uma bromélia (essa simpática plantinha aí ao lado), em uma das áreas de obras do trecho Sul do Rodoanel, que estava na lista das espécies presumivelmente extintas. O anúncio foi feito no domingo (28) pelo secretário estadual do Meio Ambiente, Xico Graziano (que vem palestrar na Uniso no próximo dia 6, a convite do CATGA), no Congresso Nacional de Botânica.
A bromélia, cujo nome científico é Tillandsia linearis, foi localizada no Lote 5 do Rodoanel, em uma área de vegetação na Estrada das Veredas, no Município de Embu das Artes, na várzea do Rio Embu-Mirim. A planta, cujo último registro de ocorrência é de 1938, tinha sido incluída na lista de espécies presumivelmente extintas, publicada no dia 25 de setembro de 2004, pela Secretaria do Estado de Meio Ambiente. (Foto: Pedro Calado/ Divulgação)
EgG - 2:53 AM
diz aí:
Domingo, Novembro 11, 2007
Alfie, o jocoso
"Começar o show com “LDN” foi covardia da parte de Lily Allen, mas muito bem pensada. De cara, ela ganhou o público e tentou se garantir. Talvez porque ela soubesse que sua apresentação fosse ser caótica. Afinal, ela confessou que estava um pouco alta por conta de bebida, esqueceu as letras de algumas canções por conta disto, mas ainda assim não se fez de rogada e bebeu mais em pleno palco (“alguém tem um copo aí?” foi o pedido dela para a produção, para que ela não tivesse que beber a garrafa inteira de rum no bico). O fato é que o show não decolou, a não ser pela simpatia de Allen e por alguns momentos esparsos, aí incluídos as boas covers de “Gangsters”, dos Specials, “Heart of Glass”, do Blondie e “Everybody´s Changing”, do Keane e os hits “Smile”, “Alfie” e “Everything´s Just Wonderful”. Pensando bem, até que foram muitos os bons momentos, mas o resultado final foi apenas “bonitinho”. Ah sim, a doce Lily Allen ainda rogou contra George W Bush, falou de ex-namorados, contou que comprou seu vestido em um brechó paulistano, desceu para cumprimentar o público e venceu muito mais pela simpatia do que pela música propriamente dita." fonte: Equipe Alto Falante
EgG - 4:41 PM
diz aí:
Segunda-feira, Novembro 05, 2007
Educação Ambiental
Al, o teimoso
As questões relacionadas ao meio ambiente, a luta pela preservação dos recursos naturais do planeta e, ainda mais, as ações no combate às mudanças climáticas são a “bola da vez”.
Sempre em pauta nos jornais televisivos e escritos, na maioria das revistas mais importantes do país, etc.
Todos querem ser “associados” ao verde. Até em comercial de automóvel (maior emissor de CO2) a temática ambiental está presente.
Prova maior da evidência do tema foi o Prêmio Nobel da Paz deste ano.
Depois de ganhar o Oscar de melhor documentário e trilha sonora por “Uma Verdade Inconveniente” e abalar nossos ouvidos com o Festival Live Earth, Al Gore foi reconhecido pelos esforços em prol da luta contra as mudanças climáticas mais uma vez e levou para casa o Nobel da Paz deste ano.
E para coroar ainda mais a “causa ambiental”, o prêmio foi dividido com o IPCC (sigla em inglês de Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), seção da ONU presidido pelo indiano Rajendra Pachauri, que reúne cerca de 3 mil cientistas e especialistas de várias áreas e é tida como a principal autoridade científica e confiável sobre o aquecimento global no mundo.
O interesse de Al Gore pela ecologia vem de muito tempo atrás, antes mesmo de ser vice-presidente no mandado de Bill Clinton.
O político democrata esteve a ponto de ocupar a presidência dos EUA em 2000, ano no qual conseguiu em todo o país cerca de 300 mil votos a mais que seu oponente George W. Bush.
Mas o complexo – e capcioso - sistema eleitoral americano impediu sua chegada à Casa Branca.
O fato das causas ambientais estarem em evidência no momento é válido e necessário, já que estamos lutando contra algo que jamais enfrentamos antes e diz respeito a permanência na terra de todos os seres vivos, sem exceção.
É também um assunto novo e de muita atenção, e o que me preocupa é: e quando ele deixar de ser novidade? quando vagar em segundo plano entre os noticiários diários? habitar o limbo dos meios de comunicação?
Será que ainda estaremos colocando em prática ações baseadas na preservação do meio ambiente? Ou, assim como a mídia, não mais vamos nos importar em desligar a força quando não em uso, em economizar água, preservar nossas matas, nosso ar, nosso solo e nossos rios?
Essa é a grande e definitiva vitória!
Teimosos sejamos todos, e assim ficar em paz com a nossa consciência e em harmonia com o Universo!
Palmas para o Al, e palmas pra você!
João Paulo é estudante do primeiro ano em Gestão Ambiental na Uniso em Sorocaba.
Escreve quinzenalmente a coluna EA para o JAR. É corinthiano e torce pro timão; o verde é um caso à parte.