unjob



Sábado, Agosto 08, 2009


3 em 1 (2)
Star Trek - Jornada nas Estrelas
Qual é a primeira imagem que lhe vem a cabeça quando pensa em Jornada nas Estrelas?
A mim, um universo desconhecido e restrito a um público seleto e....nerd. Além do comprimento quase alien da separação dos dedos, o tema principal bacana e inesquecível e ainda o visual redondo e estranho das naves, as histórias aparentemente incompreensíveis, os clássicos teletransportes e, claro, as orelhas de Mrs. Spock.
O badalado diretor J.J. Abrams (das séries Alias e Lost e do filme Missão Impossível III) ficou com a missão (perdoe o trocadilho) de dar uma revigorada na série e cativar novos admiradores. Ele – que confessou NÃO ser fã da série – pegou uma boa e nova história, atores semi-desconhecidos para papéis clássicos, misturou tudo e tharãm! Fez um ótimo trabalho.
Apesar da já batida e confusa história da viagem no tempo fazer parte dos filmes interestrelares, este, no entanto, surpreende. A história é de fácil compreendimento, os efeitos são um primor, ótimo roteiro e os personagens tem um carisma e personalidade cativantes. O filme é excelente .
Os mais atentos (e cultivadores da nerdisse) irão reconhecer o ator Erick Bana como o vilão Nero. É, devo assumir, eu reconheci.
Tirando o fato de termos assistido o filme, por falta de opção, dublado, valeu a pena em cada centavo.
Vida nova aos trekkers!

NOTA: 9,5

A mulher invisível
Selton Mello é o protagonista desta comédia tupiniquim de primeiríssima qualidade. Sujeito em crise de identidade se isola do mundo por certo tempo. Sem contato algum com o mundo exterior. Até que um dia a campainha de sua porta toca e – adivinha? - é nada mais nada menos que a Luana Piovanni quem bate.
Sei que muitos torceram o nariz quando leram isso, já que ela não é das atrizes mais queridinhas do Brasil, mas devo dizer que isso em nada prejudica o filme.
Luana está lá, sim, mas apenas para nós – e para o protagonista. E foi escolhida a dedo pelo diretor Cláudio Torres por conta de seu exímio e indiscutível talento....hã.....físico, vamos assim dizer.
"Tá na hora de começarmos a prestigiar o cinema brasileiro!" - Quantas vezes você já ouviu isso? Esse discurso já é de algum tempo, mas se antes era apenas pela quantidade de filmes e patriotismo exacerbado, agora por alguns serem simplesmente imperdíveis e de muita qualidade.
O filme é repleto de situações constrangedoras e engraçadíssimas e tem participações interessantes, como a do impagável Marcelo Adnet.
A dica que fica é ir sem ver o trailer do filme, que pode transformar em risos contidos o que certamente explodiria como uma gostosa gargalhada.

NOTA: 9,5


Transformers – A Vingança dos Derrotados
Continuação do sucesso de 2007. Todos os elementos que fizeram do primeiro filme um sucesso estão lá: os efeitos incríveis (e um tanto confusos nas batalhas, é verdade) dos robozões, o carisma de Shia LaBeouf, a bizarrice do John Turturro e, claro, a delicioses da Megan Fox.
E talvez seja exatamente por isso que o filme já não é tão legal e divertido. O começo até vai bem, mas nem mesmo os grandiosos efeitos, sem uma história convincente, é capaz de...hum...convencer. Às vezes chega a dar a impressão que em algumas cenas não foram feitas com o efeito devido (talvez por corte de gastos), principalmente na intermináááável cena do deserto, em que surgem um monte de robôs, todos cinzas e aparentemente sem “acabamentos”.
Embora o filme esteja indo muito bem obrigado nas bilheterias, achei muito aquém do primeiro. Na já citada cena no deserto, chegou uma hora, juro, queu me senti um tremendo idiota tendo pago R$ 12 para ver esse filme.
Será queu to virando um véio rabugento?
Talvez como Carl Fredricksen, do aguardado “UP”, novo da Pixar? Tomara...(veja o hilário trailer abaixo!)

NOTA: 7





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